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Site da disciplina Jornalismo Online, 7º período de Jornalismo,
Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH)

Para falar comigo:
lorenatarcia@gmail.com

Lorena Tárcia's citations

 

 

 

 

 

 

 

 

 




 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Prezados,

Precisamos decidir qual site usaremos na disciplina neste semestre. Também com ele, concorreremos ao prêmio Expocom.  

Com qual site você prefere trabalhar?

www.ezine.jor.br


www.comunik.net


nenhum dos dois

 
Evolução da comunicação: da carta ao Twitter (Olhar Digital)
 
Americano usa mais de 1 veículo para se informar, diz pesquisa

JANAINA LAGE
DE NOVA YORK
Folha de S. Paulo, 2/3/10 B15

Pesquisa divulgada ontem pelo Pew Research Center mostra que a maior parte dos americanos (59%) obtém informações em mais de um veículo, como internet, TVs, jornais e rádio. Segundo o estudo, obter informação é um importante ato social.

Poder conversar com os outros sobre o que acontece no mundo é a justificativa de 72% dos entrevistados para acompanhar o noticiário. Na avaliação de 69%, estar em dia com as notícias é também uma obrigação social e cívica.

A pesquisa diz que a relação do consumidor com o noticiário muda de forma dramática e irreversível. "As organizações tradicionais de notícias ainda são muito importantes para os consumidores, mas a tecnologia mexeu em todos os aspectos do relacionamento entre os produtores de informação e as pessoas que consomem informação." As mudanças incluem ferramentas de participação direta e de disseminação de informações.

Os resultados mostram que 33% dos que têm celular usam o aparelho para acompanhar o noticiário. Além disso, 37% dos usuários de internet comentam as notícias ou espalham informações usando redes sociais, como Facebook e Twitter.

Segundo a pesquisa, 56% dos americanos seguem o noticiário "o tempo todo ou a maior parte do tempo". Os mais instruídos, com melhores condições financeiras e mais velhos são mais propensos a acompanhar o noticiário por mais tempo.

As TVs locais e nacionais lideram a preferência, seguidas por internet, rádio e jornais. Os resultados indicam que 61% dos entrevistados em um dia normal procuram informações na web, 50% disseram que leem um jornal local e 17% buscam informações em um diário nacional.(http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi0203201028.htm)

 

Chatroulette nos tira da zona de conforto (Por Tiago Dória)

Google Buzz ou Foursquare? O novo site “revolucionário” é o Chatroulette, um serviço de videochat. Você entra, não precisa fazer nenhum cadastro; liga a webcam e tem a possibilidade de se encontar de forma aleatória com qualquer pessoa. Não há moderação, não há filtros.

Você decide se quer falar com cada pessoa que encontra ao apertar o botão de “next”. É uma espécie de roleta russa de pessoas.

O Chatroulette nasceu, em novembro de 2009, da cabeça de Andrey Ternovskiy, estudante russo de 17 anos, que, da mesma forma que o site, é descompromissado e não tem (ou tinha) intenção nenhuma de ganhar dinheiro.

O que se percebe é que de chat o site tem pouco, as conversas são efêmeras, a maioria parte logo para apertar o botão de “next”, que permite que você gire a “roleta russa humana”. A graça mesmo parece estar em zapear as pessoas e ter a possibilidade de encontrar os tipos mais variados. O principal atrativo do Chatroulette, portanto, está em sua aleatoriedade.

O principal efeito está em nos tirar da “zona de conforto”. Somos acostumados a socializar somente com alguém que conhecemos ou que temos algo em comum. No Chatroulette, você está aberto a interagir e ser observado por qualquer um.

É a antítese do modelo consagrado do Twitter ou do Facebook, ambientes nos quais relacionamos com pessoas que tenham conosco um mínimo de interesse em comum. Aliás, nestas redes, podemos até bloquear pessoas de quem não gostamos. (Fonte: http://www.tiagodoria.ig.com.br/ )

Google desenvolve aplicativo p reconhecer vozes e traduzir em tempo real

O Google quer ter seu próprio 'babel fish' e está desenvolvendo um aplicativo que deve ser capaz de reconhecer vozes e traduzir em tempo real. A intenção é instalar o aplicativo em celulares, que funcionarão como o 'babel fish' do 'guia do mochileiro das galáxias'. O aplicativo também seria capaz de reconhecer sotaques e dialetos, e poderia 'aprender' com a experiência dos usuários. Notícia do Times Online.

 
Começou a tuitar? Confira as dicas
Veja como responder uma mensagem, retransmitir tweets e mandar mensagens diretas para um perfil

Cuidado nas respostas

Se quiser responder a um tweet, sempre comece seu post com @, seguido do nome do destinatário. Por exemplo, “@marcelotas Gostei da última notícia” para responder a um tweet do usuário “marcelotas”. Se o tweet não começar com @ ficará mais difícil para o destinatário ver a resposta, já que o Twitter usa o @ no início das mensagens como indicador de resposta a um tweet.

Citação em dia




O Twitter não conta com um mecanismo específico para encaminhar ou citar tweets de outros usuários. Mas uma convenção é usar RT antes do tweet para dar crédito ao criador. Por exemplo “RT @info_plantao T-Mobile estreia smartphone Dash em julho” para citar um tweet feito pelo usuário “info_plantao”.

Conversas privadas



O Twitter não é exatamente a melhor ferramenta para quem é muito preocupado com a privacidade. Mas, se houver casos em que uma mensagem sigilosa deve ser enviada, use a opção de mensagens diretas. Clique na opção Direct Messages na home do perfil e, em seguida, escolha o contato que receberá o texto. Somente ele poderá ver o tweet enviado.

Fonte: Revista Info


 

Twitter vai indicar tendências por região
Uma das mais desejadas ferramentas usando a tecnologia de localização geográfica do Twitter era a regionalização de tendências. Como indicador do que acontece no mundo em tempo real, o Twitter mostra o que mais está sendo falado pelas pessoas do mundo todo naquele momento – mas sem a importante capacidade de separar cada uma delas por país ou cidade.

O resultado é que muitos dos termos mais citados refletem um grande acontecimento em determinado país e tiram da lista acontecimentos tão importantes quanto, porém citados por menos pessoas (em países de menor população, por exemplo).

Mas notícia do Mashable indica que em breve o serviço de microblogging pode colocar em prática esta ideia que já foi tão sugerida pelos fanáticos usuários - e pelos espertos profissionais de marketing e publicidade que vislumbraram este tesouro :- ).

Fonte: http://www.bluebus.com.br/show/2/93376/mais_novidades_o_twitter_vai_indicar_tendencias_por_regiao_veja_isso

Dicas para filmar entrevistas

 

Dicas para produção em vídeo

 

Google adquire programa de segurança ReCAPTCHA

Google adquire programa de segurança ReCAPTCHA

O Google anunciou a aquisição do programa ReCAPTCHA, utilizado para oferecer mais segurança aos sites da Internet por meio de letras ou números que o usuário deve digitar quando interage com um site.

As letras, que aparecem como desenhos distorcidos, evitam a distribuição de spam e o uso de sites interativos por programas automatizados, já que o reconhecimento dos caracteres é possível para um ser humano, mas muito difícil para um programa de computador. CAPTCHA é um acrônimo para Completely Automatic Public Turing test to tell Computers and Humans Apart.

Captcha do bem

Existem inúmeros programas de Captcha disponíveis no mercado, a maioria gratuita. Mas o ReCAPTCHA é especial. Enquanto os outros programas apresentam caracteres aleatórios e simplesmente checam se esses caracteres foram digitados corretamente, o ReCAPTCHA mostra palavras extraídas de livros impressos que estão em processo de digitalização.

Assim, quando digitam as palavras, muitas vezes quase ilegíveis, os usuários dos sites que usam o ReCAPTCHA estão na verdade ajudando a digitalizar livros antigos, jornais e outros materiais impressos antes do advento dos computadores.

A possibilidade de ajudar uma causa nobre fez com que o ReCAPTCHA de proliferasse como erva-daninha pela Internet. Milhares de sites ao redor do mundo já o adotaram. Seu uso é gratuito. Durante seu primeiro ano de funcionamento, 1,2 bilhão de captchas foram resolvidos e mais de 440 milhões de palavras foram corretamente decifradas. Isso equivale à digitalização de 17.600 livros.

(Fonte: Inovação Tecnológica)

‘Realidade aumentada’ no Financial Times

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Na edição impressa desta sexta-feira, o jornal Financial Times (FT) fez um experimento com a chamada tecnologia de “realidade aumentada“.

Ao colocar determinada página do jornal na frente de uma webcam, uma imagem tridimensional aparece na tela, semelhante a uma espécie de holograma.

Por enquanto, a integração da tecnologia com a mídia impressa não passa disso. Contudo, a tecnologia começa a ser usada de forma mais atraente em aplicativos para celular.

O metro de Paris a utiliza em seu aplicativo para facilitar a visualização de pontos comerciais e turísticos na cidade (confira o vídeo)

Vale lembrar que, no mês passado, a Revista Trip fez um experimento parecido com o do FT.

(Fonte: http://www.tiagodoria.ig.com.br/

Com acesso no trabalho, Brasil chega a 34,5 milhões de usuários ativos de internet
da Folha Online

O Brasil tem 34,5 milhões de internautas ativos --que usam a web ao menos uma vez no mês--, levando em conta o acesso em casa e no trabalho. Os dados são da consultoria Ibope Nielsen Online, que no mês de maio passou a computar a audiência de internet nas empresas --antes, era levado em conta apenas o acesso residencial.

Considerando apenas o acesso em casa, o Brasil registrou 25,5 mil internautas ativos, ficando estável em relação a abril. Em maio, o número de pessoas com internet em casa ou no local trabalho, mas que não necessariamente acessaram a rede no mês, foi de 44,5 milhões de pessoas.

"A ampliação do painel permite monitorar com mais precisão a navegação em sites da web 2.0, apresentando maior abrangência,", afirma Fábia Juliasz, diretora-executiva do Ibope Nielsen Online, em nota.

Considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade com posse de telefone fixo ou celular, a estimativa é que o país tenha 62,3 milhões de pessoas com acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, LAN Houses, bibliotecas e telecentros).

Apesar de o critério ter mudado, o Brasil continua como campeão no volume de horas gastas na internet, com 40 horas 41 minutos --considerando apenas o acesso residencial, esse número foi de 25 horas e 43 minutos. Os dados são do mês de abril. O país está à frente de países como Estados Unidos, Reino Unido, França e Espanha nesse quesito.

 

Realidade ampliada e suas novas fronteiras
Do Blog http://geekpaulistano.com.br

Wikipédia:  Realidade Aumentada (RA) é uma linha de pesquisa dentro da ciência da computação que lida com integração do mundo real e elementos virtuais ou dados criados pelo computador. Atualmente, a maior parte das pesquisas em RA está ligada ao uso de vídeos transmitidos ao vivo, que são digitalmente processados e “ampliados” pela adição de gráficos criados pelo computador. Pesquisas avançadas incluem uso de rastreamento de dados em movimento, reconhecimento de marcadores confiáveis utilizando mecanismos de visão, e a construção de ambientes controlados contendo qualquer número de sensores e atuadores.

Tecnicamente essa “descrição” da Wiki explica bem o fundamento da tecnologia de realidade aumentada, porem na prática as possibilidades são incríveis e assustadoras para o mercado dos jogos e publicidade. Na verdade passei a conhecer a ferramenta através da ultima ação da Skol na promoção de seu grande evento do ano, veja:

 


Essa ampliação do conteúdo em 3D com uma enorme influência dos movimentos que o usuário faz possibilita quase que um comercial exclusivo para cada um! Imagine essa ação segmentando a divulgação para diversos públicos em situações onde isso acontece.

E se já não fosse pouco os efeitos do vídeo da Skol já desenvolveram uma situação onde o usuário alem de visualizar pode até interagir com uma interface Touch, quem entrou na jogada? iPhone é claro!


 

 

Vinton Cerf e a Internet do Futuro

A universalização e otimização da Internet móvel é um dos grandes desafios de pesquisadores e empreendedores, segundo Vinton Cerf, vice-presidente e evangelista chefe de Internet da Google. Um dos criadores do protocolo TCP/IP, Vint Cerf fez uma palestra em Belo Horizonte a convite do governo de Minas.

Vint Cerf lembrou que são 3,5 bilhões de telefones celulares em atividade no mundo, 15% dos quais conectados à Internet. E que esse é um mercado em crescimento vertiginoso. “A eficiência do acesso à Internet pelos equipamentos móveis pode me ajudar a encontrar especiarias em uma pequena cidade, como aconteceu comigo em viagem de férias com a família, e a controlar remotamente as condições de temperatura e opções de entretenimento em minha casa”, disse. O caso da viagem serviu também para que ele destacasse a importância da indexação cada vez mais precisa e detalhada da informação nos sistemas de busca.

Envolvido com pesquisas no sentido da criação de um novo protocolo (o IPV6 – Internet Protocol Version 6) que atenda ao aumento da demanda por “endereços” de Internet, Vint Cerf mencionou outro problema que ele chamou de “difícil e interessante”. “O grande acúmulo de dados nos coloca a questão de como manter a capacidade de acessar informações em programas e sistemas operacionais diferentes dos que utilizamos hoje”, afirmou.

Internet interplanetária

Vinton Cerf abordou também sua participação em pesquisas para a utilização da Internet em favor das missões espaciais. Segundo ele, será possível nas próximas décadas dispor de uma estrutura – pronta para crescer de acordo com as necessidades – que permita a comunicação de dados entre missões de diferentes épocas, entre outras aplicações. “Essa é uma das facetas do futuro da Internet. E sua importância não está apenas em nos lembrar ficção científica, mas em viabilizar uma série de aspectos de projetos da Nasa”, explicou.

Questionado sobre o dilema relacionado à falta de privacidade na grande rede, Vint admitiu que a tecnologia deve ser capaz de separar que informações podem estar acessíveis, mas ressalvou que é preciso abrir mão da privacidade em função de conveniências como a facilidade de comprar com cartão de crédito pela Internet. “A privacidade, assim como outros direitos individuais, deve ser protegida por penalidades da lei e pela rejeição social ao crime”, disse Vint Cerf, acrescentando que a Internet ainda vai exigir “muito trabalho para ser cada vez mais útil, acessível e segura”.
 

Entenda o conceito de Mídia Social

 

Dados públicos e nova briga para o Google



Não vi ganhar tanto destaque, mas nesta semana a Google lançou um recurso bem útil, que permite comparar os dados públicos e oficiais de diversas regiões e governos. Você pode, por exemplo, comparar a taxa de desemprego da Califórnia com a do Estado do Texas, nos EUA.

É bem interessante, pois a partir dessas comparações, você consegue ver nuances que antes não eram perceptíveis quando esses dados não estavam digitalizados nem públicos e relacionados.

De certa forma, esse novo recurso promove a “transparência política online”, uma das principais revoluções que a internet pode proporcionar ao relacionamento entre governantes e cidadãos.

No Estado de Virgínia, também nos EUA, a pedido do governo local, a Google já havia desenvolvido uma ferramenta que indexa dados públicos.

Fornecer acesso a esse tipo de dado tem se mostrado como mais vital para a democracia do que um político simplesmente montar um perfil em uma plataforma de rede social, algo que, para mim, se não for acompanhado de mais transparência política, serve mais para impressionar leigos (montou um perfil no YouTube e na Facebook, é moderno, mas mudou a forma de fazer política e trabalhar com os dados públicos?).

O novo recurso do Google faz comparações apenas com os dados públicos de cidades e Estados dos EUA. Mas não deixa de ser um começo.

Se a Google abraçar mesmo esse projeto e quiser trazê-lo a outros países, será uma briga boa, mais do que “editoras de livros versus Google Book” ou “jornais versus Google News“, pois vai envolver governos, que geralmente não têm interesse em fornecer seus dados de forma pública e transparente na internet. (Blogo do Tiago Dória)

Agregadores, blogs coletivos e jornalismo individual estão em alta
Saiu o The State of News Media 2009, relatório anual publicado e que aponta tendências na área de jornalismo e de consumo de notícias. O estudo é bem grande, tem 800 páginas, o que não quer dizer que traga muitas novidades.

Vale notar que a pesquisa é mais voltada ao mercado norte-americano. Algumas conclusões:

1) Mídia impressa está em declínio de audiência e receita com publicidade. Algumas mais (revistas), outras menos (jornais).

2) Número de americanos que acessa a rede para ler notícias subiu 19%. Assim como a receita com publicidade da mídia online cresceu.

As constatações mais interessantes são as 4 últimas, que vêm a seguir:

3) A audiência dos sites de notícias está subindo. Mas está crescendo justamente naqueles que têm um caráter de agregador e organizador de informações (estilo Yahoo News).

4) No último ano, os chamados “sites de jornalismo cidadão” ganharam espaço onde a grande mídia não cobre direito, principalmente na forma de blogs coletivos atualizados por cidadãos (Alles Blau?).

No entanto, a cobertura feita por esses sites ainda é simples e com pouca periodicidade (não são atualizados o quanto deveriam).

5) Apesar do fracasso de diversos projetos, grandes empresas de comunicação continuam fazendo experimentos com o “jornalismo cidadão”, mas estão descobrindo que os leitores são melhores como fontes do que como jornalistas (apuradores de informação) em si.

6) As pessoas estão indo atrás de indivíduos (jornalismo individual) e não de grandes marcas do jornalismo, o que vai ao encontro da idéia de que na rede seguimos pessoas e não blogs ou marcas (tema de dois posts abaixo).

As conclusões do estudo anterior, em 2008, estão no post - mesmo com a web, as pessoas ainda se informam pelas mesmas fontes.

Fonte: Tiago Dória