Precisamos decidir qual site usaremos na disciplina neste semestre.
Também com ele, concorreremos ao prêmio Expocom.
Evolução da comunicação: da carta ao Twitter (Olhar
Digital)
Americano usa mais de 1 veículo para se
informar, diz pesquisa
JANAINA
LAGE
DE NOVA YORK
Folha de S. Paulo, 2/3/10 B15
Pesquisa divulgada
ontem pelo Pew Research Center mostra que a maior parte dos americanos (59%)
obtém informações em mais de um veículo, como internet, TVs, jornais e rádio.
Segundo o estudo, obter informação é um importante ato social.
Poder conversar com os outros sobre o que acontece no mundo é a justificativa de
72% dos entrevistados para acompanhar o noticiário. Na avaliação de 69%, estar
em dia com as notícias é também uma obrigação social e cívica.
A pesquisa diz que a relação do consumidor com o noticiário muda de forma
dramática e irreversível. "As organizações tradicionais de notícias ainda são
muito importantes para os consumidores, mas a tecnologia mexeu em todos os
aspectos do relacionamento entre os produtores de informação e as pessoas que
consomem informação." As mudanças incluem ferramentas de participação direta e
de disseminação de informações.
Os resultados mostram que 33% dos que têm celular usam o aparelho para
acompanhar o noticiário. Além disso, 37% dos usuários de internet comentam as
notícias ou espalham informações usando redes sociais, como Facebook e Twitter.
Segundo a pesquisa, 56% dos americanos seguem o noticiário "o tempo todo ou a
maior parte do tempo". Os mais instruídos, com melhores condições financeiras e
mais velhos são mais propensos a acompanhar o noticiário por mais tempo.
As TVs locais e nacionais lideram a preferência, seguidas por internet, rádio e
jornais. Os resultados indicam que 61% dos entrevistados em um dia normal
procuram informações na web, 50% disseram que leem um jornal local e 17% buscam
informações em um diário nacional.(http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi0203201028.htm)
Google Buzz ou
Foursquare?
O novo site “revolucionário”
é o Chatroulette,
um serviço de videochat. Você entra, não precisa fazer nenhum
cadastro; liga a webcam e tem a possibilidade de se encontar de
forma aleatória com qualquer pessoa. Não há moderação, não há
filtros.
Você
decide se quer falar com cada pessoa que encontra ao apertar o botão
de “next”. É uma espécie de roleta russa de pessoas.
O
Chatroulette
nasceu, em novembro de 2009, da cabeça de
Andrey Ternovskiy, estudante russo de 17 anos, que, da mesma
forma que o site, é descompromissado e não tem (ou tinha) intenção
nenhuma de ganhar dinheiro.
O que
se percebe é que de chat o site tem pouco, as conversas são
efêmeras, a maioria parte logo para apertar o botão de “next”, que
permite que você gire a “roleta russa humana”. A graça mesmo parece
estar em zapear as pessoas e ter a possibilidade de encontrar os
tipos mais variados. O principal atrativo do
Chatroulette,
portanto, está em sua aleatoriedade.
O
principal efeito está em nos tirar da “zona de conforto”. Somos
acostumados a socializar somente com alguém que conhecemos ou que
temos algo em comum. No
Chatroulette,
você está aberto a interagir e ser observado por qualquer um.
É a
antítese do modelo consagrado do
Twitter ou do
Facebook,
ambientes nos quais relacionamos com pessoas que tenham conosco um
mínimo de interesse em comum. Aliás, nestas redes, podemos até
bloquear pessoas de quem não gostamos. (Fonte:
http://www.tiagodoria.ig.com.br/ )
Google desenvolve aplicativo p reconhecer vozes e
traduzir em tempo real
O Google quer ter seu próprio 'babel fish' e está desenvolvendo um aplicativo
que deve ser capaz de reconhecer vozes e traduzir em tempo real. A intenção é
instalar o aplicativo em celulares, que funcionarão como o 'babel fish' do 'guia
do mochileiro das galáxias'. O aplicativo também seria capaz de reconhecer
sotaques e dialetos, e poderia 'aprender' com a experiência dos usuários.
Notícia do Times Online.
Começou a tuitar? Confira as dicas
Veja como
responder uma mensagem, retransmitir tweets e mandar mensagens
diretas para um perfil
Cuidado nas respostas
Se quiser responder a um tweet, sempre comece seu
post com @, seguido do nome do destinatário.
Por exemplo, “@marcelotas Gostei da última notícia” para
responder a um tweet do usuário “marcelotas”. Se o tweet não
começar com @ ficará mais difícil para o destinatário ver a
resposta, já que o Twitter usa o @ no início das mensagens como
indicador de resposta a um tweet.
Citação em dia
O Twitter não conta com um mecanismo específico
para encaminhar ou citar tweets de outros usuários. Mas uma
convenção é usar RT antes do tweet para dar
crédito ao criador. Por exemplo “RT @info_plantao T-Mobile
estreia smartphone Dash em julho” para citar um tweet feito pelo
usuário “info_plantao”.
Conversas privadas
O Twitter não é exatamente a melhor ferramenta
para quem é muito preocupado com a privacidade. Mas, se houver
casos em que uma mensagem sigilosa deve ser enviada, use a opção
de mensagens diretas. Clique na opção Direct Messages na home do
perfil e, em seguida, escolha o contato que receberá o texto.
Somente ele poderá ver o tweet enviado.
Fonte: Revista Info
Twitter vai indicar tendências por região
Uma das mais desejadas ferramentas usando a
tecnologia de localização geográfica do Twitter era a regionalização de
tendências. Como indicador do que acontece no mundo em tempo real, o Twitter
mostra o que mais está sendo falado pelas pessoas do mundo todo naquele momento
– mas sem a importante capacidade de separar cada uma delas por país ou cidade.
O resultado é que muitos dos termos mais
citados refletem um grande acontecimento em determinado país e tiram da lista
acontecimentos tão importantes quanto, porém citados por menos pessoas (em
países de menor população, por exemplo).
Mas notícia do
Mashable indica que em breve o serviço de
microblogging pode colocar em prática esta ideia que já foi tão sugerida pelos
fanáticos usuários - e pelos espertos profissionais de marketing e publicidade
que vislumbraram este tesouro :- ).
O Google anunciou a aquisição do programa
ReCAPTCHA, utilizado para oferecer mais segurança aos sites da Internet por meio
de letras ou números que o usuário deve digitar quando interage com um site.
As letras, que aparecem como desenhos distorcidos, evitam a distribuição de spam
e o uso de sites interativos por programas automatizados, já que o
reconhecimento dos caracteres é possível para um ser humano, mas muito difícil
para um programa de computador. CAPTCHA é um acrônimo para Completely Automatic
Public Turing test to tell Computers and Humans Apart.
Captcha do bem
Existem inúmeros programas de Captcha disponíveis no mercado, a maioria
gratuita. Mas o ReCAPTCHA é especial. Enquanto os outros programas apresentam
caracteres aleatórios e simplesmente checam se esses caracteres foram digitados
corretamente, o ReCAPTCHA mostra palavras extraídas de livros impressos que
estão em processo de digitalização.
Assim, quando digitam as palavras, muitas vezes quase ilegíveis, os usuários dos
sites que usam o ReCAPTCHA estão na verdade ajudando a digitalizar livros
antigos, jornais e outros materiais impressos antes do advento dos computadores.
A possibilidade de ajudar uma causa nobre fez com que o ReCAPTCHA de
proliferasse como erva-daninha pela Internet. Milhares de sites ao redor do
mundo já o adotaram. Seu uso é gratuito. Durante seu primeiro ano de
funcionamento, 1,2 bilhão de captchas foram resolvidos e mais de 440 milhões de
palavras foram corretamente decifradas. Isso equivale à digitalização de 17.600
livros.
(Fonte: Inovação Tecnológica)
‘Realidade aumentada’ no Financial Times
Na edição impressa desta
sexta-feira, o jornal Financial Times (FT) fez um
experimento com a chamada tecnologia de “realidade
aumentada“.
Ao colocar determinada página
do jornal na frente de uma webcam, uma
imagem tridimensional aparece na tela, semelhante a uma
espécie de holograma.
Por enquanto, a integração da
tecnologia com a mídia impressa não passa disso. Contudo, a
tecnologia começa a ser usada de forma mais atraente em
aplicativos para celular.
O metro de Paris a utiliza em
seu
aplicativo para facilitar a visualização de pontos
comerciais e turísticos na cidade (confira o
vídeo)
Com acesso no trabalho, Brasil chega a 34,5 milhões de usuários ativos de
internet
da Folha Online
O Brasil tem 34,5 milhões de
internautas ativos --que usam a web ao menos uma vez no mês--,
levando em conta o acesso em casa e no trabalho. Os dados são da
consultoria Ibope Nielsen Online, que no mês de maio passou a
computar a audiência de internet nas empresas --antes, era
levado em conta apenas o acesso residencial.
Considerando apenas o acesso em
casa, o Brasil registrou 25,5 mil internautas ativos, ficando
estável em relação a abril. Em maio, o número de pessoas com
internet em casa ou no local trabalho, mas que não
necessariamente acessaram a rede no mês, foi de 44,5 milhões de
pessoas.
"A ampliação do painel permite
monitorar com mais precisão a navegação em sites da web 2.0,
apresentando maior abrangência,", afirma Fábia Juliasz,
diretora-executiva do Ibope Nielsen Online, em nota.
Considerando os brasileiros de
16 anos ou mais de idade com posse de telefone fixo ou celular,
a estimativa é que o país tenha 62,3 milhões de pessoas com
acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho,
escolas, LAN Houses, bibliotecas e telecentros).
Apesar de o critério ter
mudado, o Brasil continua como campeão no volume de horas gastas
na internet, com 40 horas 41 minutos --considerando apenas o
acesso residencial, esse número foi de 25 horas e 43 minutos. Os
dados são do mês de abril. O país está à frente de países como
Estados Unidos, Reino Unido, França e Espanha nesse quesito.
Wikipédia:
Realidade Aumentada (RA) é uma
linha de pesquisa dentro da ciência
da computação que lida com
integração do mundo real e elementos
virtuais ou dados criados pelo
computador. Atualmente, a maior
parte das pesquisas em RA está
ligada ao uso de vídeos transmitidos
ao vivo, que são digitalmente
processados e “ampliados” pela
adição de gráficos criados pelo
computador. Pesquisas avançadas
incluem uso de rastreamento de dados
em movimento, reconhecimento de
marcadores confiáveis utilizando
mecanismos de visão, e a construção
de ambientes controlados contendo
qualquer número de sensores e
atuadores.
Tecnicamente essa “descrição” da
Wiki explica bem o fundamento da
tecnologia de realidade aumentada,
porem na prática as possibilidades
são incríveis e assustadoras para o
mercado dos jogos e publicidade. Na
verdade passei a conhecer a
ferramenta através da ultima ação da
Skol na promoção de seu grande
evento do ano, veja:
Essa
ampliação do conteúdo em 3D com uma
enorme influência dos movimentos que
o usuário faz possibilita quase que
um comercial exclusivo para cada um!
Imagine essa ação segmentando a
divulgação para diversos públicos em
situações onde isso acontece.
E se já não fosse pouco os efeitos
do vídeo da Skol já desenvolveram
uma situação onde o usuário alem de
visualizar pode até interagir com
uma interface Touch, quem entrou na
jogada? iPhone é claro!
Vinton Cerf e a Internet do Futuro
A
universalização e otimização da Internet móvel é um dos grandes desafios
de pesquisadores e empreendedores, segundo Vinton Cerf, vice-presidente
e evangelista chefe de Internet da Google. Um dos criadores do protocolo
TCP/IP, Vint Cerf fez uma palestra em Belo Horizonte a convite do
governo de Minas.
Vint Cerf
lembrou que são 3,5 bilhões de telefones celulares em atividade no
mundo, 15% dos quais conectados à Internet. E que esse é um mercado em
crescimento vertiginoso. “A eficiência do acesso à Internet pelos
equipamentos móveis pode me ajudar a encontrar especiarias em uma
pequena cidade, como aconteceu comigo em viagem de férias com a família,
e a controlar remotamente as condições de temperatura e opções de
entretenimento em minha casa”, disse. O caso da viagem serviu também
para que ele destacasse a importância da indexação cada vez mais precisa
e detalhada da informação nos sistemas de busca.
Envolvido
com pesquisas no sentido da criação de um novo protocolo (o IPV6 –
Internet Protocol Version 6) que atenda ao aumento da demanda por
“endereços” de Internet, Vint Cerf mencionou outro problema que ele
chamou de “difícil e interessante”. “O grande acúmulo de dados nos
coloca a questão de como manter a capacidade de acessar informações em
programas e sistemas operacionais diferentes dos que utilizamos hoje”,
afirmou.
Internet interplanetária
Vinton Cerf abordou também sua participação em pesquisas para a
utilização da Internet em favor das missões espaciais. Segundo ele, será
possível nas próximas décadas dispor de uma estrutura – pronta para
crescer de acordo com as necessidades – que permita a comunicação de
dados entre missões de diferentes épocas, entre outras aplicações. “Essa
é uma das facetas do futuro da Internet. E sua importância não está
apenas em nos lembrar ficção científica, mas em viabilizar uma série de
aspectos de projetos da Nasa”, explicou.
Questionado
sobre o dilema relacionado à falta de privacidade na grande rede, Vint
admitiu que a tecnologia deve ser capaz de separar que informações podem
estar acessíveis, mas ressalvou que é preciso abrir mão da privacidade
em função de conveniências como a facilidade de comprar com cartão de
crédito pela Internet. “A privacidade, assim como outros direitos
individuais, deve ser protegida por penalidades da lei e pela rejeição
social ao crime”, disse Vint Cerf, acrescentando que a Internet ainda
vai exigir “muito trabalho para ser cada vez mais útil, acessível e
segura”.
Entenda o conceito de Mídia Social
Dados públicos e nova briga para o Google
Não vi ganhar tanto destaque, mas nesta semana a
Google lançou um
recurso bem útil, que permite comparar os dados
públicos e oficiais de diversas regiões e governos.
Você pode, por exemplo, comparar a
taxa de desemprego da Califórnia com a do Estado
do Texas, nos EUA.
É bem interessante,
pois a partir dessas comparações, você consegue ver
nuances que antes não eram perceptíveis quando esses
dados não estavam digitalizados nem públicos e
relacionados.
De certa forma, esse
novo recurso promove a “transparência política
online”, uma das principais revoluções que a
internet pode proporcionar ao relacionamento entre
governantes e cidadãos.
No Estado de Virgínia,
também nos EUA, a pedido do governo local, a Google
já havia desenvolvido uma
ferramenta que indexa dados públicos.
Fornecer acesso a esse
tipo de dado tem se mostrado como mais vital para a
democracia do que um político simplesmente montar um
perfil em uma plataforma de rede social, algo que,
para mim, se não for acompanhado de mais
transparência política, serve mais para impressionar
leigos (montou um perfil no YouTube e na Facebook, é
moderno, mas mudou a forma de fazer política e
trabalhar com os dados públicos?).
O novo recurso do
Google faz comparações apenas com os dados públicos
de cidades e Estados dos EUA. Mas não deixa de ser
um começo.
Se a Google abraçar
mesmo esse projeto e quiser trazê-lo a outros
países, será uma briga boa, mais do que “editoras
de livros versus Google Book” ou “jornais
versus Google News“, pois vai envolver governos,
que geralmente não têm interesse em fornecer seus
dados de forma pública e transparente na internet. (Blogo
do Tiago Dória)
Agregadores, blogs coletivos e
jornalismo individual estão em alta
Saiu o
The State of News Media 2009, relatório
anual publicado e que aponta tendências na
área de jornalismo e de consumo de notícias.
O estudo é bem grande, tem 800 páginas, o
que não quer dizer que traga muitas
novidades.
Vale
notar que a pesquisa é mais voltada ao
mercado norte-americano. Algumas conclusões:
1) Mídia impressa está em
declínio de audiência e receita com
publicidade. Algumas mais (revistas), outras
menos (jornais).
2) Número de americanos
que acessa a rede para ler notícias subiu
19%. Assim como a receita com publicidade da
mídia online cresceu.
As constatações mais
interessantes são as 4 últimas, que vêm a
seguir:
3) A audiência dos sites
de notícias está subindo. Mas está crescendo
justamente naqueles que têm um caráter de
agregador e organizador de informações
(estilo
Yahoo News).
4) No último ano, os
chamados “sites de jornalismo cidadão”
ganharam espaço onde a grande mídia não
cobre direito, principalmente na forma de
blogs coletivos atualizados por cidadãos (Alles
Blau?).
No entanto, a cobertura
feita por esses sites ainda é simples e com
pouca periodicidade (não são atualizados o
quanto deveriam).
5) Apesar do fracasso de
diversos projetos, grandes empresas de
comunicação continuam fazendo experimentos
com o “jornalismo cidadão”, mas estão
descobrindo que os leitores são melhores
como fontes do que como jornalistas
(apuradores de informação) em si.
6) As pessoas estão indo
atrás de indivíduos (jornalismo individual)
e não de grandes marcas do jornalismo, o que
vai ao encontro da idéia de que na rede
seguimos pessoas e não blogs ou marcas (tema
de
dois posts abaixo).